Nunca fui de ficar contando detalhes da minha vida no blog. Não queria que virasse relato pessoal. Por isso muitas vezes vou além da realidade e deixo o cérebro comandar as viagens que posto. Mas hoje resolvi relatar pela primeira vez, com total veracidade, os fatos que tem ocorrido. Ontem eu e mais três pessoas da faculdade fomos à rua das boates da Barra da Tijuca: Armando Lombardi, é um bom point. Resolvemos fazer o trabalho de antropologia por lá. Fomos bastante inteligentes. Cá pra nós, já merecemos um dez pela idéia.
Chegamos lá, observamos muito o ambiente, como mandava o roteiro. A chuva atrapalhou um pouco os cabelos que estavam ainda arrumadinhos, mas salve-salve o guarda chuva das nossas queridas Marias, as moça que vendiam bala, cigarro e cachorro-quente.
Lá, entrevistamos várias pessoas da "night" e que veem as coisas de outros pontos de vista. Achei interessante falar disso, já que de acordo com a descrição do Destak esse blog mostra o outro lado da moeda, ou, saindo um pouco do padrão arquitetônico da moeda, os outros lados. Pois bem, vimos esse tal outro lado: a noite carioca e seu incrível poder comercial por trás da diversão de todos.
A primeira das Marias, a moça da bala e do cigarro, era muito estilosa, roupas coloridas e muita simpatia para distribuir ao público. Diz ela que é seu jeito de ser, nada proposital para chamar a atenção. Ela já tem um ponto fixo na rua, mas esse ponto se desloca quando a fiscalização chega e ela é obrigada a sair correndo para não perder suas mercadorias. Já a do cachorro-quente, o famoso "podrão", é completamente diferente. Ela, a segunda Maria, no caso da Luz, reclama do prefeito Eduardo Paes e fala sobre a agressividade da fiscalização, que cumpre seu papel sem pudor algum e tira dos pobres o trabalho que os sustenta - desabafa.
Após horas de entrevistas, embaixo de sombra, guarda-chuva, e água fresca, temporal, nós fomos ver a situação na porta das boates. Cada uma delas oferece um desconto especial, especialmente para VOCÊ. Ok. Sabemos que não é nada disso, o desconto é especial para todos, já entendemos. Eles querem chamar o público para a pista, mas num dia desses, a pista se chama Avenida das Américas e essa pista é o caminho para casa. Ontem, provavelmente, todos deviam estar de baixo das cobertas vendo filme ou lendo um livro.
Para fechar a noite, aceitamos o descontinho, que no final nos garantiu um VIP dentro de uma boate nova: Taj Lounge. Lá estava vazio: eu o grupo e mais cinco pessoas, uma delas uma mulher louca de vermelho que achava que estava dançando lambada em plena pista indiana. Foi ótimo! Comemoramos o dia de jornalistas saindo do forno.
Beijos, boa night para todos. Afinal, hoje é sexta e as Marias estão esperando vocês.
Chegamos lá, observamos muito o ambiente, como mandava o roteiro. A chuva atrapalhou um pouco os cabelos que estavam ainda arrumadinhos, mas salve-salve o guarda chuva das nossas queridas Marias, as moça que vendiam bala, cigarro e cachorro-quente.
Lá, entrevistamos várias pessoas da "night" e que veem as coisas de outros pontos de vista. Achei interessante falar disso, já que de acordo com a descrição do Destak esse blog mostra o outro lado da moeda, ou, saindo um pouco do padrão arquitetônico da moeda, os outros lados. Pois bem, vimos esse tal outro lado: a noite carioca e seu incrível poder comercial por trás da diversão de todos.
A primeira das Marias, a moça da bala e do cigarro, era muito estilosa, roupas coloridas e muita simpatia para distribuir ao público. Diz ela que é seu jeito de ser, nada proposital para chamar a atenção. Ela já tem um ponto fixo na rua, mas esse ponto se desloca quando a fiscalização chega e ela é obrigada a sair correndo para não perder suas mercadorias. Já a do cachorro-quente, o famoso "podrão", é completamente diferente. Ela, a segunda Maria, no caso da Luz, reclama do prefeito Eduardo Paes e fala sobre a agressividade da fiscalização, que cumpre seu papel sem pudor algum e tira dos pobres o trabalho que os sustenta - desabafa.
Após horas de entrevistas, embaixo de sombra, guarda-chuva, e água fresca, temporal, nós fomos ver a situação na porta das boates. Cada uma delas oferece um desconto especial, especialmente para VOCÊ. Ok. Sabemos que não é nada disso, o desconto é especial para todos, já entendemos. Eles querem chamar o público para a pista, mas num dia desses, a pista se chama Avenida das Américas e essa pista é o caminho para casa. Ontem, provavelmente, todos deviam estar de baixo das cobertas vendo filme ou lendo um livro.
Para fechar a noite, aceitamos o descontinho, que no final nos garantiu um VIP dentro de uma boate nova: Taj Lounge. Lá estava vazio: eu o grupo e mais cinco pessoas, uma delas uma mulher louca de vermelho que achava que estava dançando lambada em plena pista indiana. Foi ótimo! Comemoramos o dia de jornalistas saindo do forno.
Beijos, boa night para todos. Afinal, hoje é sexta e as Marias estão esperando vocês.

Estive presente nesse relato.
ResponderExcluirFoi show de bola
Exatamente nessas palavras
com um pouco mais
de ginga e swing,
descendo na boquinha da garrafa,
passos arabes,
dama de vermelho.
Valeu a pena para os selecionados que estavam lá.
queria fazer comunicação depois dessa. meus trabalhos são visitas à obra do metrô, estação de limpeza de esgoto... e voce indo pra Taj! hahaha Chama da próxima vez viu prima?
ResponderExcluirBeijos!
esse de hoje está muuuito bom mesmo... um dos melhor... li todos, heim! parabéns
ResponderExcluirNat, sou sua fã !!!
ResponderExcluirotimo texto !
hahaha
ResponderExcluirJá q faz parte msm do nosso grupo podia escrever dois textinhos q faltam =)
Obg pelo apoio e pela homenagem.
Ps: A dama de vermelho agradece o ibope
quero mais possssssts
ResponderExcluirOeee Natália.. Descobri agora o blog e já adorei...Vou passar sempre por aqui !!! Bjs do Juan !!!
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